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St. Barth

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Uma ilha pequenininha, com apenas 20km2, que tem solo e vegetação áridos e água praticamente inexistente (nada de rios ou lençóis freáticos). Mas que caiu na graça dos milionários desde 1957, principalmente por causa de David Rockefeller, que naquele ano se encantou pela ilhota e comprou várias terras por lá.

St. Barth foi descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e “Bartolomeu” era o nome de seu irmão. A França só entrou definitivamente na história em 1763, quando marinheiros do norte da França colonizaram a ilha. Mas em 1784 St. Barth troca de domínio, já que a França a vendeu para a Suécia! (em troca dos direitos comerciais de um porto). É inclusive por isso que o nome da capital é Gustavia, em homenagem ao Rei Sueco, Gustav III). Os nomes de algumas ruas do centrinho também estão escritos em sueco e em francês, claro. A Suécia devolveu o território para a França depois de um pouco mais de 90 anos.

(o nome completo é Saint Barthélemy, ou São Bartolomeu em português), um território da França no leste do Caribe, pertinho de St. Maarten / St. Martin (outro território francês) e também próximo a Anguilla. Considerada a ilha mais francesa e luxuosa do Caribe. Tudo o que você precisa saber para programar sua viagem: como chegar (vôos e balsas), onde se hospedar (os melhores e os mais luxuosos hotéis, como o Le Sereno e o Le Toiny), restaurantes, beach clubs, as praias mais bonitas, o que fazer em Gustavia (capital de St. Barth), a melhor época para ir e muito mais!

Chegar em St. Barth surpreende.

Logo na chegada você já percebe que St. Barth é diferente… Foi pensada para um público exigente, que além das praias lindas com água azul turquesa, quer o mood da Riviera Francesa, com bares, bons restaurantes, beach clubs e lojas de grife. E St. Barth é tudo isso. Só a parte “chegada” que assusta um pouco pois, apesar do aeroporto ser uma graça (compacto, em miniatura, mas todo bonitinho), os vôos comerciais que pousam na ilha são de pequeno porte (teco-teco” MESMO) e a pista dá um medinho. Algo que acaba deixando mais forte essa sensação de exclusividade.

A melhor época para viajar para essa região do Caribe vai de novembro a abril, que é o período mais seco. Porém é também quando a ilha está mais cheia e tudo fica muito mais caro. Julho também enche bastante, por causa das férias em várias partes do mundo. Gostei de ter ido em JUNHO. O clima estava bom (choveu apenas 1 dia) e a ilha beeem tranquila (se você está indo atrás de agito, melhor não ir em junho não! Rsrs!!). Evite ir MESMO em agosto e setembro, é temporada de furacões e quase tudo na ilha fica fechado.

Alugar carro em St. Barth é essencial. Circular de taxi sai BEM caro!! Por exemplo, só um trecho de taxi de um dos hotéis que estávamos até Gustavia saía por uns 40 euros. O carro mais simples sai por 30 euros/dia. Mas a modinha por lá é alugar Mini Cooper conversível (cabrio). Aliás, acho que é o lugar do mundo com a maior concentração de Mini Cooper por quilômetro quadrado!! O preço oficial do Mini é de 90 euros/dia, mas como fomos na baixa e a ilha estava vazia, encontramos um bom deal de 60/dia. Carteira de habilitação brasileira é válida. Quase todos os estabelecimentos têm estacionamento próprio ou serviço de valet (eram grátis ou custavam no máximo 15 euros). Mas na baixa temporada encontramos facilmente lugares para parar na rua.

Hotel Le  Toiny

5 estrelas relais & Chateaux

Eesta  em uma encosta no lado de sotavento selvagem e intocada da ilha, são 22 suítes de luxo totalmente privadas fazem do Hotel Le Toiny um destino considerado por muitos como o mais exclusivo e romântico de St Barth e do Caribe. Perfeito para os amantes do hotel chique e elegante.

Todas suítes oferecem uma paleta de cores refinadas que mistura tons de areia bege, madeira branca e cinza brilhante inspirada nas praias de St Barts. Nossos quartos oferecem lençóis belgas refinados, acessórios texturizados e móveis feitos à mão para completar os espaços de convivência. Le Toiny oferece quartos luminosos e ventilados, todos com uma vista deslumbrante sobre a enseada Le Toiny, proporcionando também a privacidade necessária em um hotel cinco estrelas. um hotel de luxo.

Para o almoço, o Hotel Le Toiny oferece um delicioso menu no Beach Club, um parardise escondido na Toiny Bay.
O menu gira regularmente e oferece pratos à base de peixe, carne grelhada e saladas refrescantes. Desfrute de uns pés verdadeiramente relaxantes na areia do almoço de árvores de uva do mar ou “Paillottes”.

Internacionalmente aclamado pelos melhores críticos gastronômicos do mundo, o Le Toiny Restaurant é reconhecido como um dos melhores restaurantes de St Barts! Aqui você pode desfrutar de cozinha simples e refinada com inspirações europeias preparadas pelo nosso talentoso Chef Jarad McCarroll.

O restaurante apresenta uma paleta de cores neutras e materiais naturais, como madeira petrificada, madrepérola, tecidos sedosos e teca branqueada, criando um ambiente “elegante à beira-mar” para refeições memoráveis. Notas azuis na decoração lembram o Mar do Caribe que você pode admirar da sua mesa. O bar ao ar livre incrustado com brilhantes conchas de ostras é o lugar perfeito para vinhos e coquetéis, enquanto uma área de estar com champanhe oferece um local aconchegante para aperitivos antes do jantar. Ambas proporcionam uma atmosfera descontraída e intimista ao restaurante e incentivam os hóspedes a abrandar e a desfrutar. Cada refeição é uma oportunidade para saborear uma deliciosa cozinha e vistas deslumbrantes da piscina infinita do hotel e do Mar do Caribe.

Informações Importantes sobre Seychelles

Continente

América do Norte

Capital

Gustávia

Idioma

Francês

Moeda

Euro

Fuso horário

UTC -4:00

Quantos dias ficar

5 dias

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